Archive for the ‘deleuze’ Category

1-     Prefiro não comentar a 29ª Bienal de São Paulo. Ao invés disso, discuto aqui apenas uma obra da exposição e, possivelmente, meu comentário pode ser tomado como analogia de todo o resto. 2-     A obra em questão não é propriamente uma obra, mas sim o espaço dado à pichação em um lugar periférico e [...]


“As passagens são a arquitetura da cidade das imagens. Passagens entre pintura e fotografia: pintores que se utilizam de recursos do instantâneo e fotografias que parecem anunciar, em plena era da computação gráfica, uma retomada de técnicas do pictorialismo. Passagens entre pintura, fotografia e cinema. Passagens entre todas estas formas artísticas e a arquitetura, que [...]


“o que é ter uma idéia em cinema? Se fazemos ou queremos fazer cinema, o que significa ter uma idéia? O que acontece quando dizemos: “Ei, tive uma idéia”? Porque, de um lado, todo mundo sabe muito bem que ter uma idéia é algo que acontece raramente, é uma espécie de festa, pouco corrente. E [...]


“Rien. De même que dans l’amour cette illusion existe, cette illusion de pouvoir ne jamais oublier. De même, j’ai eu l’illusion devant Hiroshima que jamais je n’oublierais, de même que dans l’amour….Comme toi, j’ai essayé de lutter de toutes mes forces contre l’oubli, comme toi j’ai oublié …Comme toi j’ai désiré avoir l’inconsolable mémoire, une [...]


“o passado é contemporâneo do presente que ele foi” “Como as lembranças se conservam? Essa é a primeira questão colocada por Deleuze, para logo a seguir nos dizer que esse é um falso problema, ou um misto mal analisado. Metodologicamente, Deleuze acredita que precisaremos partir para esclarecer um dos aspectos mais profundos, mas nem por [...]



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